Na manhã da última terça-feira (27), o Plenário da Câmara recebeu 3 novos depoentes sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o roubo de R$ 100 mil do Hospital de Caridade de Canguçu (HCC).
O primeiro depoimento foi feito pela técnica contábil da instituição, Ieda. A profissional contou aos vereadores como notou a ausência do recurso nos balancetes, os argumentos do gestor quanto ao destino do recurso e a forma como se deu o afastamento, através da Administração Municipal, interventora desde dezembro do ano passado.
Alguns questionamentos foram levantados pelos vereadores, como a forma que eram administrados os recursos que entravam no caixa do hospital, e o fluxo de pessoas que tinha acesso à sala do gestor da casa de saúde.
O presidente da CPI Neviton Nornberg (PDT) questionou um boato sobre um pedido de saque no valor de R$ 380 mil, a aproximação do gestor com outros colegas e os argumentos para o gestor não usar o dinheiro, quando os vencimentos dos funcionários estavam em atraso.
Nornberg destacou ainda a presença de todos os vereadores da comissão na oitiva e a presença dos vereadores Rubens Vargas (PTB) e Carlos Eduardo Martins (PTB) no acompanhamento do trabalho.